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“Lesímetro” (update)

Posted in Escalada by cbrisighello on agosto 17, 2009

Registro dos “prejuízos” destes últimos meses de escalada. Última vez que postei isso, atraiu inúmeras visitas oriundas do google…

As lesões nos dedos (polias) continuam aparecendo neste “histórico”, e infelizmente está chegando aquela hora de dar trégua de pelo menos 1 mês pra elas.

A parte muscular (sobretudo ombros e cotovelos) vai bem desde que retornei à atividade em março do ano passado. Isto eu credito à compensação muscular e alongamentos da parte posterior do antebraço, realizados em todos os dias de descanso. Fica essa dica aos lesionados… procure se informar a respeito com alguém especializado. (exercícios com Theraband podem te machucar mais se você fizer de “qualquer jeito”)

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***LESÕES (AGO/2009) – ordem de gravidade

1) Ruptura parcial de polia A2 dedo indicador mão direita.

– sintoma: dor na pega fechada ou semi-fechada.

– causa (imediata): “juntada” em agarra irregular de boulder em rocha, com maior cabimento para o dedo indicador enquanto os outros dedos ficaram rasos. Sobrecarga de múltiplas tentativas. Percebido somente no dia seguinte.

– tratamento realizado: Taping na base do dedo lesionado.

– duração: 2 meses

– estado: 60% ok, dor

2) Ruptura parcial polia A4 dedo mindinho mão direita

– sintoma: dor na pega fechada ou semi-fechada.

– causa: desconhecida.

– tratamento realizado: taping

– duração: 1 mês

– estado: dor mais  notável que a do indicador

3) Ruptura parcial de polia A4 dedo médio mão esquerda.

– sintoma: dor na pega fechada ou semi-fechada.

– causa (imediata): movimento estático em reglete bom (muro), na pega semi-fechada. Estalo audível no momento.

– tratamento realizado: Gelo várias vezes ao dia nas primeiras semanas e taping preventivo.

– duração: 4 meses

– estado: dor estável nos últimos meses

———x—————————————————————————
***LESÕES (MAI/2009) – ordem de gravidade

1) Ruptura parcial de polia A2 dedo indicador mão direita.
– sintoma: dor na pega fechada ou semi-fechada.
– causa (imediata): “juntada” em agarra irregular de boulder em rocha, com maior cabimento para o dedo indicador enquanto os outros dedos ficaram rasos. Sobrecarga de múltiplas tentativas. Percebido somente no dia seguinte.

– tratamento realizado: Somente taping na base do dedo lesionado.

– duração: 1 mês

– estado: estável, sendo possível escalar perto do limite de dificuldade.

2) Ruptura parcial de polia A4 dedo médio mão esquerda.

– sintoma: dor na pega fechada ou semi-fechada.

– causa (imediata): movimento estático em reglete bom (muro), na pega semi-fechada. Estalo audível no momento.

– tratamento realizado: Gelo várias vezes ao dia nas primeiras semanas e taping preventivo.

– duração: 2 meses

– estado: 70% recuperado, dor some após aquecimento.

3) Estiramento do tendão flexor do dedo anelar direito (“climber’s finger”)

– sintoma: dor ao esticar e “fechar” o dedo

– causa (imediata): movimento dinamico (deadpoint) para um batente diagonal de textura irregular, em linha de boulder em muro.

– tratamento realizado: taping em “X” + exercícios compensatórios (Handmaster Plus ou elástico em volta dos dedos) seguidos de alongamento. 2 meses tomando glucosamina e condroitina. Gelo pós treino, dependendo da dor. De todas as medidas, apenas os exercícios compensatórios+alongamentos mostram-se eficazes.

– duração: 4 meses

– estado: ainda sem melhorias

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***LESÕES (JAN/2009) – ordem de gravidade

1) Ruptura parcial de polia A2 dedo anelar mão esquerda.

– sintoma: forte dor ao pressionar o meio da base do dedo, ou durante pega fechada (reglete).

– causa (imediata): deadpoint em reglete, boulder/granito (Yosemite) em temperatura ambiente baixa (10 graus C)

– tratamento realizado: Após 1 mês de repouso e gelo, escaladas e treinos somente na pega aberta, com taping na base do dedo lesionado

– duração: 2 meses e meio

– estado: 90% recuperado

2) Estiramento do tendão flexor do dedo anelar direito (“climber’s finger”)

– sintoma: dor ao esticar e “fechar” o dedo

– causa (imediata): movimento dinamico (deadpoint) para um batente diagonal de textura irregular, em linha de boulder em muro.

– tratamento realizado: taping em “X” + exercícios compensatórios (Handmaster Plus ou elástico em volta dos dedos) seguidos de alongamento.

– duração: 2 semanas

– estado: se agravando

– medidas futuras: maior cuidado com agarras lesivas.

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Uma resposta

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  1. Alessandra Arriada said, on agosto 21, 2009 at 12:41 am

    Caraca,Cláudio.Vc é um caso a ser estudado.Me sinto fraquinha por ter quebrado os dois pés rsrsr.Já falei para a Yuri que estou tentando passagem e se der vou fazer um concurso daqui a um mês por aí, abraçao


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